O Banco da Itália, Consob e IVASS prepararam um documento relativo ao tratamento contábil de transações que consistem na compra de títulos, um derivativo de cobertura e um acordo de recompra (denominado 'repo estruturado a termo'), semelhante ao instrumento 'Santorini' lançado de Monte dei Paschi di Siena e acabou na mira do judiciário. «Em particular, as Autoridades consideram necessário que os administradores avaliem criteriosamente as finalidades subjacentes ao conjunto de acordos contratuais que constituem as operações de 'repo estruturado a termo', ainda que formalmente separados, de forma a avaliar os métodos contabilísticos mais adequados». O documento chama ainda a atenção dos membros dos órgãos de administração e controlo e dos executivos responsáveis pela preparação dos documentos contabilísticos para a necessidade de garantir informação adequada e completa sobre as operações de 'repo estruturado a termo' quanto aos critérios de representação, impactos na situação económica, patrimonial e financeira, também pró-forma, bem como os riscos subjacentes e respetivas estratégias de gestão».
Bancos: apertados em derivativos por Bankitalia, Consob e Ivass
As autoridades estão mirando em operações semelhantes à de Santorini lançadas pelo antigo MPS e que estão sendo analisadas pelo Judiciário
