O aperto de mão histórico no Panamá entre o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o presidente de Cuba, Raul Castro (irmão e sucessor de Fidel) derruba o muro entre os Estados Unidos e Cuba que existia desde 1961. Foi por não significa que foi a primeira vez que Obana, de XNUMX anos, e Castro, de XNUMX anos, se viram, mas foi a primeira vez que um presidente cubano pôde falar na cúpula das Américas em andamento no Panamá.
O tempo da guerra fria acabou. "Queremos restabelecer novas relações diplomáticas com Cuba e pedirei ao Congresso que suspenda as sanções e o bloqueio econômico", disse Obama, que acrescentou: 2Há muitas coisas erradas na história dos Estados Unidos, pelas quais devemos nos desculpar, mas a força do meu país reside na sua capacidade de se corrigir, de mudar e de olhar para o passado. Não me interessa muito ser prisioneiro de fatos que remontam a quando eu nem nasci."
Castro o ecoou: "Obama é um homem honesto e não tem culpa da história". Agora Cuba espera a invasão turca dos detestados ianques, mas o verdadeiro desafio que espera os Estados Unidos é a capacidade de recuperar uma relação positiva com toda a América Latina, depois de muitas ingerências políticas e militares do passado que muitas vezes acabaram alimentando o extremismo.
