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Enel, primeiro projeto solar na Zâmbia

A Enel Green Power, divisão de energias renováveis ​​da Enel, iniciou a construção de uma usina solar fotovoltaica de 34 MW no sul da Zâmbia, com um investimento de US$ 40 milhões. Quando estiver em plena operação, a usina deverá produzir aproximadamente 70 GWh por ano.

Enel, primeiro projeto solar na Zâmbia

A Enel Green Power (EGP), divisão global de energias renováveis ​​do Grupo Enel, iniciou a construção de Ngonye, ​​uma usina solar fotovoltaica de 34 MW. A instalação — a primeira do Grupo na Zâmbia — está localizada na Zona Econômica Multifuncional de Lusaka Sul, na região sul do país. Ngonye faz parte do programa Scaling Solar do Grupo Banco Mundial, implementado pela Corporação de Desenvolvimento Industrial da Zâmbia (IDC), empresa que concedeu à Enel o direito de possuir, desenvolver, financiar, construir e operar a usina em junho de 2016.

“O início da construção da usina solar de Ngonye representa um novo marco no fortalecimento da presença do Grupo Enel no continente africano, onde já somos o principal operador privado de energias renováveis ​​em termos de capacidade instalada”, afirmou Antonio Cammisecra, Diretor da Enel Green Power, divisão global de energias renováveis ​​da Enel. “Graças à sua produção de energia limpa, sustentável e segura, Ngonye desempenhará um papel significativo na conquista das metas de eletrificação da Zâmbia, demonstrando mais uma vez que as usinas de geração de energia renovável em escala comercial são a solução mais eficaz para garantir o acesso à eletricidade no continente.”

A Enel investirá aproximadamente 40 milhões de dólares americanos na construção de Ngonye, ​​cuja conclusão está prevista para o primeiro trimestre de 2019. Em junho, o Grupo Enel assinou um acordo de financiamento com a IDC no valor aproximado de 34 milhões de dólares americanos para a construção da usina solar. O acordo inclui empréstimos seniores de até 10 milhões de dólares americanos da Corporação Financeira Internacional (IFC) (Grupo Banco Mundial), até 12 milhões de dólares americanos do Programa de Mudanças Climáticas IFC-Canadá e até 11,75 milhões de dólares americanos do Banco Europeu de Investimento (BEI).

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