Justiça e o mundo do trabalho: quando os juízes de instrução tendem a assumir um poder de negociação anômalo.

O debate sobre a separação entre carreira e poder trouxe de volta à tona o poder dos promotores, desde as críticas da mídia até o novo "modelo de Milão": investigações sobre chefia de gangues, apreensões milionárias e acordos sem juiz que estão redesenhando a relação entre o judiciário, as empresas e o direito do trabalho.
Referendo sobre Justiça, Ceccanti: "Meu voto 'Sim' se baseia no mérito. Cuidado ao votar por facções. A esquerda? Eles estavam errados desde o início."

Referendo sobre a Justiça, entrevista com STEFANO CECCANTI, constitucionalista e ex-deputado do Partido Democrático, que votará Sim: "O órgão que gere as carreiras, o CSM, não pode ser um órgão único. As atuais facções devem ser superadas. Para os magistrados, eu teria preferido um círculo eleitoral uninominal a um sorteio aleatório…
Referendo sobre a Justiça: "Chega de mentiras sobre a separação de carreiras; um voto 'sim' é um voto pela democracia." O advogado Caiazza se pronuncia.

Reforma da Justiça, entrevista com o advogado Gian Domenico Caiazza, ex-presidente da União das Câmaras Criminais, agora chefe do Comitê Sì Separa (que também inclui Di Pietro): "É por isso que é certo votar Sim no referendo sobre a separação de carreira. Há o risco de votar a favor…
A investigação de planejamento urbano de Milão resultou em seis prisões: quem são elas? As acusações contra Sala e Boeri foram retiradas. Aqui estão as preocupações do juiz das investigações preliminares.

Seis prisões foram feitas na investigação de planejamento urbano em Milão: o empresário Bezziccheri foi preso, enquanto Tancredi, Catella, Marinoni, Scandurra e Pella foram colocados em prisão domiciliar. O juiz de instrução, no entanto, não manteve a acusação de influência indevida contra Sala e Boeri em conexão com o projeto Pirellino.