Na segunda-feira, no Dia do Mercado de Capitais em Munique, o primeiro em seis anos, A Lufthansa está pronta para apresentar aos investidores uma escolha drástica: o corte de cerca de 3.000 empregos na área administrativa, equivalente a 20% dos funcionários. Um corte que faz parte de um corte maior amplo plano de renovação e relançar a lucratividade, após dois alertas de lucro em 2024 e margens severamente testadas pelo aumento de custos e produtividade ainda abaixo dos níveis pré-Covid.
A notícia, antecipada por Reuters e Reuters e confirmado por fontes internas, já encontrou eco nas palavras do CEO Carsten Spohr“Precisamos reduzir nossos custos administrativos, a meta é um corte de 20%.”
As razões para a redução de pessoal
O grupo alemão, com um total de 103 mil funcionários, dos quais 15 mil na administração, tem como objetivoinsira uma margem operacional 8% até 2025, uma meta que foi adiada diversas vezes. receitas aprovadas para aposentadorias antecipadas, saídas sem reposição e, segundo relatos, transferências internas. A mudança, promete a empresa, será "socialmente aceitável".
A pesam nas contas a empresa alemã está enfrentando atrasos nas entregas de aeronaves, taxas e encargos aeroportuários mais caros, além da queda de braço com os pilotos sobre o fundo de pensão, que a empresa considera insustentável. Essa situação pode gerar mais protestos já em 30 de setembro, quando o setor votará o plano de greve.
Risco para a Ita Airways?
O tema incontornável na Itália diz respeito à Ita Airways, dos quais a Lufthansa detém 41% com um acordo para aumentar para 90% até 2026. Por enquanto não haveria repercussões Os cortes se concentrarão em Frankfurt e não afetarão a subsidiária italiana. De fato, o plano industrial da ITA prevê crescimento e novas contratações.
Os sindicatos italianos também confirmaram: “não fomos chamados para nenhuma reunião sobre despedimentos – disseram Fabrizio Cuscito (Filt Cgil) – "Esperamos crescimento, não redução." Um suspiro de alívio, pelo menos por enquanto.
