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Terna, a rede elétrica, torna-se aliada da biodiversidade com a Life PolliNetwork.

Para o Dia Mundial do Meio Ambiente, a Terna participa da Life PolliNetwork para proteger abelhas, borboletas e insetos polinizadores através da rede elétrica.

Terna, a rede elétrica, torna-se aliada da biodiversidade com a Life PolliNetwork.

No Dia Mundial do Meio Ambiente, Terna relança seu compromisso na vanguarda de proteção da biodiversidade e integra a infraestrutura da rede elétrica em umdesafio ambiental ovos: proteger os insetos polinizadores. O operador da rede nacional de transmissão participa em Rede de Poluição da Vida, um projeto europeu coordenado pelo WWF Itália e cofinanciado pela União Europeia no âmbito do programa Vida, Natureza e Biodiversidade, com a contribuição do Ministério do Meio Ambiente e Segurança Energética e da Fundação Cariplo.

O OBIETTIVO é intervir numa das emergências mais delicadas para os equilíbrios naturais: a declínio de abelhas selvagens, borboletas, moscas-das-flores e outros insetos polinizadoresUma ameaça que afeta não apenas a biodiversidade, mas também a resiliência dos ecossistemas e a segurança alimentar. Isso dá origem a um modelo de restauração da natureza que visa combinar proteção ambiental, infraestrutura e envolvimento da comunidade local.

A rede como laboratório ambiental

No projeto, a Terna disponibiliza habilidades técnicas e alguns ativos de rede da radiodifusão nacional, transformando-as em locais de experimentação ambiental. A ideia subjacente é que as infraestruturas, se concebidas e geridas com critérios de sustentabilidade, também podem tornar-se participação ativa na conservação de capital natural.

Terna tem trabalhado nointeração entre linhas de energia e o meio ambienteEm colaboração com associações industriais e a comunidade científica, a Life PolliNetwork tem como objetivo desenvolver soluções de mitigação cada vez mais eficazes. A empresa faz parte desse processo, ampliando o papel da infraestrutura elétrica na proteção dos ecossistemas.

Centrais elétricas e infraestruturas de apoio como "trampolins" ecológicos

As áreas verdes referentes às subestações elétricas e às bases dos suportes das linhas aéreas poderiam se tornar pequenas áreas de conexão ecológica, as chamadas “pontes”: espaços específicos capazes de favorecer a presença e a passagem de insetos polinizadores.

Nas áreas envolvidas, oinstalação de ninhos artificiais dedicadas aos diversos grupos de insetos abordados pelo projeto, aumentando assim a disponibilidade de abrigos e locais de reprodução adequados. As primeiras regiões afetadas pelas intervenções serão Piemonte, Lácio e Sicília.

Um papel central também será atribuído a monitoramento científico e coleta de dadosO projeto inclui iniciativas de ciência cidadã envolvendo técnicos, estudantes e cidadãos para disseminar maior conscientização sobre o valor dos insetos polinizadores e o papel da biodiversidade no equilíbrio ambiental.

Um modelo para territórios mais resilientes

Em geral, a Life PolliNetwork oferece intervenções de restauração e gestão da vegetação em 32 sites Distribuídos por 10 regiões italianas, abrangendo uma área total de aproximadamente 88 hectares, os projetos envolverão áreas naturais, áreas agrícolas e infraestrutura linear, incluindo estradas, ferrovias e linhas de energia, consideradas elementos estratégicos para o fortalecimento da conectividade ecológica.

Para a Terna, o projeto representa um exemplo concreto de evolução na gestão de infraestruturas: não só segurança e eficiência do serviço de eletricidade, mas também um contributo direto para a proteção da biodiversidade e a resiliência das comunidades locais. Esta abordagem procura transformar a rede numa plataforma capaz de apoiar, juntamente com a transição energética, a proteção do património natural do país.

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