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Inter humilha Lazio com seis gols e fica a um passo do topo: com recuperação pode pegar Atalanta

Grande demonstração de força dos ex-nerazzurri do Inzaghi que intimidaram a Lazio no Olímpico. Agora o Inter está sozinho em terceiro, um ponto atrás do Napoli e três da Atalanta, mas com um jogo para se recuperar

Inter humilha Lazio com seis gols e fica a um passo do topo: com recuperação pode pegar Atalanta

O rugido do Inter. Uma demonstração total de força dos nerazzurri, capazes de ridicularizar a Lazio num jogo que se esperava muito equilibrado, mas que acabou por ser totalmente unilateral. O 0-6 final é até humilhante para a equipe de Baroni, mas está tudo aí: a superioridade dos campeões italianos é evidente demais, aliada a uma péssima noite para os Biancocelesti. Inzaghi sobe para terceiro lugar, mas com um asterisco decididamente importante: vencer nos acréscimos contra a Fiorentina, na verdade, colocaria a Atalanta na liderança com 37 pontos, confirmando, caso ainda fossem necessários, seu papel de favorita absoluta ao Scudetto.

Lazio – Inter 0-6: Inzaghi humilha Baroni com seis gols e segue agarrado ao topo

Era para ser um confronto igual entre uma das equipes mais aptas do campeonato e a equipe mais forte e completa, elenco na mão, mas acabou sendo uma verdadeira humilhação. Inter venceu por uma vitória esmagadora sob todos os pontos de vista, principalmente no segundo tempo que se transformou em uma atuação, obviamente ao estilo nerazzurri. Se Inzaghi procurava respostas após a derrota em Leverkusen, ficou satisfeito, enquanto Baroni regressa a casa com ossos partidos, arrasado por um adversário demasiado superior, ainda que ajudado pela péssima noite da sua equipa. Uma coisa é vencer, outra é demolir o rival: no Olímpico entrou em jogo a segunda opção, apesar de um primeiro tempo equilibrado durante muito tempo, como esperado, pelo menos até os 39 minutos, quando o árbitro Chiffi concedeu um pênalti para o Inter pelo braço de Gigot. Calhanoglu afugentou os fantasmas com um golpe central e a partida, de fato, terminou aí. Aos 45 minutos, com o primeiro tempo quase no fim, os nerazzurri aumentaram a vantagem com do Marco e a Lazio caiu, acabando por desabar com tempo de sobra. A segunda parte foi uma verdadeira execução, com os torcedores inadimplentes dos Biancocelesti e o Inter se espalhando impiedosamente, reafirmando seu poder excessivo diante de toda a Itália. Entre 51' e 53' o resultado até duplicou, primeiro com Maca, então com Dumfries: já aí a vitória tomou dimensões humilhantes, e no final até se tornou sensacional, face aos golos de Carlos augusto (77') e thuram (90'). A Atalanta continua sozinha no comando, mas só graças ao jogo mais que o Inter, que voltou a reafirmar todas as suas forças.

Inzaghi: “Orgulho da equipe! Favoritos para o scudetto? O campo dirá."

“Vencemos uma equipe que vinha de um grande momento – exultou Inzaghi -. Nos primeiros vinte minutos não desmoronamos e mantivemos a distância, depois elevámos o centro de gravidade e o nível de qualidade do jogo e depois dos dois primeiros golos, na segunda parte, tudo ficou mais fácil. Estou orgulhoso desta equipe, preparámos bem este jogo: conhecíamos as qualidades da Lazio, os rapazes souberam interpretá-las. O que mais me orgulha é o que os jogadores dão em campo, eles se esforçam muito, todos merecem jogar, mas tenho que fazer escolhas. Havia tantas pessoas que mal podiam esperar que tropeçássemos como aconteceu em Leverkusen, felizmente tenho jogadores que ouvem pouco e pedalam. Somos favoritos para o scudetto? O campo dirá, ainda temos uma corrida para recuperar e vamos levá-la conosco junto com nossos demais compromissos. Depois das duas últimas do campeonato haverá também a Supertaça, tudo será mais complicado, mas faremos o nosso melhor”.

Baroni: “Entramos em colapso nervoso, assumo total responsabilidade”

“Sinto muito pelo time e pelos torcedores, Eu assumo total responsabilidade – suspirou Baroni -. Fizemos uns bons quarenta minutos, mas não foi suficiente. A equipe se desfez, cedemos coisas que não podíamos pagar, não controlei a equipe do ponto de vista emocional e por isso assumo toda a culpa. Não pode acontecer com uma equipe como a nossa, eu poderia falar das situações de azar, mas não adianta: perdemos do ponto de vista nervoso, a equipe não pode desmoronar assim. Deve ser um acidente contra um grande adversário ao qual não se pode sair destes espaços, mesmo cometendo poucas faltas. O colapso do ponto de vista nervoso também se deve às muitas partidas e ao cansaço, mas não dá para perder distância assim. É a primeira vez que isso acontece, mas não pode acontecer contra um time que dói quando rouba a bola e vai para o gol. Aqui não se trata de formações, ampliámo-nos e alongámo-nos, algo que não costumamos fazer e por isso podemos contar com quatro jogadores ofensivos."

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