Ultrapassar o tabu de monetizar o défice para salvar o euro
Para salvar a moeda única e a União Europeia, é tempo de pensar num grande programa de investimento público financiado no défice através de novos estímulos fiscais abarcados pela criação de dinheiro que será capaz de relançar a procura sem…

Giovanni Tria nasceu em 1948 em Roma onde, em 1971, formou-se em Direito pela Universidade La Sapienza. Depois de ter ensinado Economia, Macroeconomia e História do Pensamento Econômico na Universidade de Perugia e na Universidade Sapienza de Roma, desde 1998 é Professor Titular de Economia Política na Universidade de Roma Tor Vergata. Em 2017 foi eleito Reitor da mesma Faculdade onde, no ano letivo 2017-2018, dedicará as suas aulas à “Economia da corrupção e dos mercados ilegais”. Até 2017 foi Presidente da Escola Nacional de Administração do Gabinete do Primeiro-Ministro. Chamado como especialista em vários ministérios (Economia e Finanças, Relações Exteriores, Administração Pública, Trabalho) e organizações nacionais e internacionais, foi membro do Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no âmbito das Nações Unidas, e, para o Banco Mundial, exerceu a função de consultor para o desenvolvimento das ex-colônias italianas Etiópia e Eritreia. Além de suas experiências como Co-diretor do Mestrado em Economia do Desenvolvimento e Cooperação Internacional na Universidade de Tor Vergata e diretor do Ceis, ele colabora com "Il Foglio" e é membro do comitê científico da Magna Carta Foundation e outros think tanks italianos. Foi consultor do ministro da Educação Renato Brunetta, participando também da escola de formação política do então Pdl. Desde 1 de junho de 2018 é Ministro da Economia e Finanças do primeiro governo da XVIII legislatura liderado por Giuseppe Conte