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Histórias de Joias: Coleção Patrizia Sandretto Re Rebaudengo na Biblioteca Nacional Braidense em Milão 

Por ocasião da publicação do volume homônimo da TASCHEN, o Museu apresenta "Joias de Fantasia. A Coleção de Patrizia Sandretto Re Rebaudengo", uma exposição que traça a história da refinada coleção de joias de fantasia de Patrizia Sandretto Re Rebaudengo, desde a década de 1930 até os dias atuais. De 10 de outubro a 5 de novembro de 2025.

Histórias de Joias: Coleção Patrizia Sandretto Re Rebaudengo na Biblioteca Nacional Braidense em Milão 

A exposição oferece uma viagem por colares espetaculares, brincos multicoloridos, broches excêntricos e pulseiras originais, demonstrando como a joalheria, nascida como alternativa às joias preciosas, se consolidou como uma autêntica linguagem criativa e cultural. Enquanto a joalheria surgiu na Europa na década de 1920 como um complemento à alta-costura – das linhas elegantes da Chanel às criações visionárias de Schiaparelli – foi nos Estados Unidos que esse fenômeno atingiu sua plena maturidade. Lá, centenas de fabricantes e designers experimentaram materiais, formas e conceitos inovadores, transformando a produção de joias não preciosas em uma indústria criativa verdadeiramente significativa.

Joias que conquistaram as divas de Hollywood

Durante a Grande Depressão (1929-1939), a bijuterias Surgiu como uma resposta engenhosa às dificuldades econômicas: materiais acessíveis como pedras sintéticas, ligas metálicas, celuloide, baquelite e acrílico foram meticulosamente trabalhados e transformados em joias icônicas. Essas peças não apenas cativaram o público, como também entraram para o imaginário coletivo. usado por divas de Hollywood, de Greta Garbo a Marlene Dietrich, de Vivien Leigh a muitas outras estrelas de cinema, tornando-se símbolos de estilo, criatividade e inovação. Com o retorno das joias tradicionais, a bijuterias Não perde o seu encanto: continua a ser produzido e apreciado como expressão de estilo acessível e original, confirmando a sua importância histórica e cultural.

Obras de designers importantes

A exposição oferece um panorama abrangente das obras dos designers mais importantes da indústria, desde nomes históricos como Trifari, Marcel Boucher, Coro, William De Lillo, De Rosa, Eisenberg, Miriam Haskell, Eugène Joseff, Kenneth J. Lane e Pennino, até expoentes contemporâneos como Wendy Gell, Iradj Moini e Billy Boy. Por meio de uma exposição rica e variada, os visitantes podem descobrir como a joalheria de fantasia, com sua capacidade de inovar formas, cores e conceitos, moldou a história da moda e da criatividade nos séculos XX e XXI, tornando-se uma linguagem universal de elegância, ludicidade e experimentação.

Patrizia Sandretto Re Rebaudengo: Fiquei fascinada por essas joias não preciosas porque representam uma herança cultural que remonta a tempos difíceis e grandes mudanças sociais. Sua força reside na criatividade, na imaginação e no uso de materiais inovadores capazes de antecipar muitas tendências futuras. São joias "pobres, mas bonitas", acessíveis e acessíveis a todos.

Na capa: Colar articulado William de Lillo em azul e jade, c. 1970. Cabochões azuis trabalhados à mão e pedras antigas de jade falso, 440×75 mm (ø 140 mm). Peça única.

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